terça-feira, 23 de abril de 2019

Caçador


Guilherme estava sentado perto de uma grande lagoa, atrás dele e envolta da lagoa avia uma grande floresta fora de onde ele vira pois além da floresta a via uma pequena vila que estava sendo destruída por um monstro, os moradores da vila botaram uma recompensa pela cabeça daquele ser.
Para caçar o tal monstro ele estava vestindo uma capa com manchas de verde para lhe camuflar, pois não queria que sua presa o visse ele queria fazer um ataque surpresa.
            Ele estava tão quieto que podia ouvir o som das pequenas ondas tranquilas que se formavam do encontro da água com a terra, podia sentir o sol em sua pele por baixo da roupa e a areia em baixo de seu sapato. O vento no seu roto, em seus ouvidos e leve mente na sua capa.
            Guilherme leu na recompensa que procurava um ser que parecia um peixe, mas ao invés de olhar para a água ele olhava para o céu em busca do monstro pois sabia que aquele ser nadava nos céus, então de trás de um moro ele vê um monstro aparecendo sua cabeça parecia a de um peixe espada, seu corpo parecia de uma baleia as barbatanas eram as assas daquele monstro e o rabo de peixe o agudava na direção.
            Divagar ele pega seu arco nas costas no chão ao seu lado pega uma flecha coloca na corda e espera até o último segundo, quando o monstro está próximo o suficiente ele se levanta rapidamente com o que sentia do vento e olhando as arvores ele calcula o vento e mira a flecha.
Com toda a força das costas e dos braços ele puxa o arco até o canto de sua boca, respira muito fundo tranca a respiração e solta a flecha, ela vai subindo, subindo até que ultrapassa o monstro então cai direto no olho do monstro que ura de dor e desse em direção ao humano lá parado.
Guilherme pega outra flecha rapidamente põe ela na corda e puxa ele então assobia bem alto e da floresta saem vários cavaleiros com lanças, antes que o bicho pudesse mudar de direção ele sota a flecha e atinge o outro olho do monstro, Guilherme então se abaixa e manda os homens lançarem as lanças enquanto ele prepara e acende um projétil especial que ele avia criado para essa situação.
Rapidamente se vira para o monstro, põe a flecha no arco puxa e calculando o tempo para a flecha atingir a alvo ele calcula o vento, o movimento do monstro e a força com que seu arco solta a flecha, então quando sente que está pronto ele acalma seu coração respirando bem devagar, então respirando bem fundo ele prende sua respiração mira e rapidamente solta o projeto ele atinge o alvo e depois de cinco segundos de apreensão ele explode. E o monstro cai na água formando uma onda que quase atinge o caçador.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Meia noite: A historia de um vampiro


Leia a parte: um

Parte dois:

João acordou com muita fome então nem olhou onde estava, só saiu correndo para fora tentando sentir o cheiro de alguma presa, quando chegou em um pátio do lado de fora descobre que não está mais em seu tempo, ele ficou um tempo parado sentindo o cheiros desse novo tempo este que ouve um sussurro, ele olha para traz com uma fome assassina, mas sente o cheiro do humano e sente que foi o sangue dele que o trouce de volta, João então resolve deixa-lo vivo como gratidão e sorri para o humano,  mas ele estava faminto então resolve sair para caçar.
 João não queria chamar atenção para si pois sabia que quando os humanos descobrem alguém da raça dele eles o caçam até a morte, então resolve se alimentar de algum animal, esse não era seu “prato” preferido, porem iria o manter por tempo suficiente para aprender sobre o tempo em que estava e poder formular um plano para se alimentar de sua preza favorita e transformar o humano que lhe acordara.
Então depois de se alimentar, João vai até um rio se limpar e percebe que está nu. E pensa – vou chamar muita atenção assim. – Olhando em volta ele vê uma casa isolada, ele dá um sorriso sinistro e resolve ir até lá, chegando na casa ele vê um jovem que parece ser um fazendeiro sentado na varanda.
- Olá senhor, por que está assim sem nada? - Diz o jovem rindo
João não entende o que o rapaz diz então apenas sorri e faz uma cara de que não compreende.
O rapaz fala de novo devagar
- Precisa de umas roupas moço?
João percebe que aquela língua parece com a de um dos povos que vivam no lugar de onde morava e se lembra de algumas palavras.
- Ei o senhor é surdo?
João então compreende o que o jovem queria dizer e apenas balança a cabeça negando
- Mas pelo visto é mudo..., mas e então? Precisa de roupas?
Ele apenas balança a cabeça confirmando.
O rapaz achando que o homem devia ser alguém que mora na rua e que não pode falar vai para dentro de cassa e traz algumas roupas e entrega ao homem.
- Fiquei com pena de você pode ficar no celeiro, mas amanhã de manhã terá que ir em bora. O senhor deve estar com fome por favor entre vou lhe dar um pouco de comida. - O jovem vai entrando mas vendo que o homem não se meche vira para ele e diz –vamos logo entre... - O homem continua parado – Entre logo você vai acabar ficando doente.
O homem dá um sorriso tímido e entra na cassa. Assim que o jovem entra João prende o num abraso de urso, o jovem sente o frio entrando em seu corpo como se emanasse do corpo do homem, João o morde no pescoço e suga seu sangue se sentindo vivo de novo.
Depois de ver que o rapaz morava sozinho ele encontra alguns livros na estante inclusive uma bíblia. Ele sorri para aquilo e agarra para destruir o tal livro porem quando o abre vê que não entende o que estava escrito, ele decide estudar a linguagem usando aquele livro, mas sentindo de aquilo seria muito pouco ele olha para o jovem e resolve o transformar para que ele o ensinasse, para isso ele abre um corte em sua mão e derrama seu sangue na boca do rapaz que ainda respirava apesar de estar quase morto.
Enquanto o jovem se transforma, o que ele sabia que iria demorar alguns dias, ele estuda aquele livro maldito pois já sabia o que estava escrito nele. Quando o jovem acorda João o faz entender que ele era o seu mestre agora e faz o jovem falar seu nome, ele então diz que seu nome é Jeferson.
Jeferson o ensina a falar a língua daquele povo, diz que ele estava no Brasil em 2018, mas fala que ele não pode o ensinar mais do que isso pois era um homem humilde João então resolve então pesquisar mais sobre esse novo tempo e tentar descobrir em que tempo está e como chegara àquela terra estranha. E por que eles tinham uma fala tão parecida com a que ele conhecia.
Jeferson então o fala que uma conhecida dele era professora e ele iria traze-la para seu mestre a moça, depois de algumas horas ele volta trazendo uma moca desacordada João o instrui a amarar as mãos da moça e deixar ela deitada no sofá, quando a moca acorda João fala com um sotaque de um francês e meio travado.
- Olá qual é o seu nome?
A moça começa a berrar ele então logo tapa sua boca e mostrando os caninos fala bem baixo, mas incrivelmente ameaçador:
- Fique quieta ou eu a matarei de uma forma que quando encontrarem seu corpo não a reconhecerão entendeu?
A moça fica petrificado e ele repete olhando bem dentro dos olhos da moça e ela ve um fogo azul no olho dele:
- Entendeu?
Ela balança a cabeça dizendo que entendeu ele então dá um sorriso amigável e solta a boca da moça e fala como se nada tivesse acontecido.
- Ótimo. Qual é seu nome, minha querida?
- Meu nome é Rosa – fala ela tímida e meio desesperada
- Não precisa ficar assustada linda Rosa
E realmente quando ele parou para olhar para Rosa ela era realmente muito bonita tinha cabelos pretos, olhos castanhos, uma boca bem rosada, o que lhe deu um certo desejo, seios fartos e uma barriga nem muito gorda nem muito fina que era mostrada pela camisa justa que a moça usava, ela vestia também com uma calça jeans que lhe servia perfeitamente e mostrava as curvas de sua perna.
- Não a farei mal algum... se você me ensinar a falar esta língua difícil e me ensinar sobre este lugar estranho em que vim parar.
Rosa engole em seco e pergunta.
- E... o que fara comigo quando eu lhe ensinar essas coisas?
Ele sorri e fala calmamente como se não fosse nada demais.
- Eu lhe transformarei em minha esposa para todo o sempre!
A moca fica travada pensando mil coisas sem saber como responder aquilo e sem saber como escapar.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Meia noite: A história de um vampiro.


antes de começar a ler um pequeno aviso: esta historia é baseada no livro "Os Sete" do autor André Vianco inclusive lhes recomendo que leiam todos os livros dele são ótimos.

Prologo:

“Quando a noite cai e as trevas tomam a terra e os homens se escondem em suas casas, nós reinamos”. 
Eu acabara de nascer para a vida noturna quando ouvi essa frase do meu criador. Seu nome erra João, um vampiro alto e musculoso, na época ele vestia uma camiseta preta uma calça jeans de mesma cor e uma bota tipo aquelas dos policiais e por cima disto ele usava um sobretudo preto fino e longo até quase a cobrir seus pés.
Esqueci de dizer meu nome, me chamo Lucas de Sousa, eu estava vestido como meu mestre, mas com uma pequena diferença eu trazia preso nas costas uma katana de prata, que eu encomendara alguns dias antes
Quando fui buscá-la descobri que meu mestre, sem falar comigo antes, mandara escrever nela as mesmas palavras que ele me disse quando nasci para aquela vida amaldiçoada.
Mas essa história começa antes deste acontecimento quando eu ainda era um humano normal e não conhecia o vampiro que amaldiçoou minha vida seu nome é João de Gracie.

Primeira parte:

Eu era um historiador e estava passando umas férias em São Paulo e um dia passou na televisão que tinham demolido uma igreja e nos destroços aviam encontrado uma caixa de prata com símbolos religiosos de várias culturas antigas e a frase “Aqui jaz um demônio antigo que se for acordado trará o fim do mundo” escrita em várias linguagens.
A caixa foi levada para um museu e vários historiadores foram chamados para estuda-la, e eu era um deles, nós descobrimos que ela foi feita na época do feudalismo na Europa e posteriormente trazida ao Brasil.
Então resolvemos abrir a caixa (pensando agora esse foi nosso maior erro), eu era um dos que mais queriam abrir a caixa, primeiro serramos as trancas, então empurramos a tampa da caixa. E foi aí que descobrimos que na verdade ela era um caixão, dentro dela estava um corpo todo contorcido que tinha caninos enormes.
Quando vi o corpo tomei um susto tão grande que sem querer me cortei em umas das serras, o corte apesar de ser superficial sangrava muito. O sangue acabou no caixão e na boca do morto. Eu não sabia, mas com aquele acontecimento eu tinha mudado minha vida para sempre!
Quando voltamos no dia seguinte, o morto não paresia assim tão morto, ele parecia menos enrugado, a cor da pele avia mudado também e o estado de decomposição paresia ter diminuído, nós nos perguntávamos se não era só nossa imaginação brincando com agente, devido a isso resolvemos continuar, e esse foi nosso segundo erro.
A cada dia ele ia ficando cada vez menos decomposto, e a temperatura parecia estar diminuindo dentro da sala. No começo nós achávamos que ele estava enchendo por causa de gases que estavam preços dentro do corpo e que se expandiram quando abrimos a caixa.
Mas no 20º dia ele paresia ter morrido 24 horas atrás, ou melhor, de algum jeito o corpo estava se regenerando e a temperatura dentro da sala estava abaixo de zero. O que era uma loucura!
Nós fizemos vários testes, alguns especialistas foram chamados para nos ajudar a estudar o corpo, alguns achavam que erra alguma bactéria ou um fugo estranho que estava reconstruindo o corpo e que fazia isso roubando calor do lado de fora outros pensavam que era um dna estranho que fazia isso e alguns poucos diziam ser magia.
Por isso achamos melhor isolar o local e só os cientistas que estavam na abertura do caixão seriam admitidos dentro da sala, depois de vários dias não achamos nada conclusivo e o corpo, por mais improvável e incrível que pareça, estava totalmente regenerado.
Então uma noite o alarme de presença no laboratório do museu soou, achei que alguém poderia estar querendo roubar o corpo então fui correndo ao laboratório.
Chegando ao local descobri que o cadáver sumira.
- Droga quem foi o maldito que roubou o corpo.
Sai correndo para o pátio pois ouvi um barulho vindo de lá, parecia vidro quebrando, chegando lá para minha surpresa e desespero, o morto estava andando no meio do pátio e a sua volta a grama parecia estar congelada.
- Mais que merda é essa... – eu sussurrei
Ele virou para mim como se fosse um animal cheio de fome. Ele sorriu e desapareceu no meio da nevoa como um fantasma.
Fiquei ali travado feito uma estátua durante uns 30 minutos. Quando consegui me mover fui para dentro do laboratório, achando que estava loco ou não tinha dormindo direito... e para meu desespero ele avia mesmo sumido.
Então eu chamei a polícia, eles investigarão tudo mais não acharam nada, o gelo? Avia derretido, digitais? Nada foi encontrado, pegadas? Nada, eles me chamarão de loco quando contei a história e foram embora, eu mesmo achei que estava enlouquecendo, não era possível que aquilo tivesse acontecido, eu continuava aterrorizado, pois algo dentro de mim dizia que o “cadáver” iria vir atrás de mim.
Eu continuei investigando, procurando em notícias sobre um homem nu andando por aí, e olhando nos livros de história que eu já havia lido e que sabia de cor o que estava escrito e como esperado não achei nada.

continua... 

se querem a continuação deste por favor comentem... e tenho dois textos motivacionais quero saber se querem que eu poste ou não. obrigado a quem leu ate aqui e espero que tenham gostado.

sexta-feira, 29 de março de 2019

A Taverna


            Matheus podia sentir a terra sobe suas costas o vento em seus cabelos o sol em seu corpo. Com o vento vem o cheiro de fumaça e comida, isso o desperta de seu descanso, o cheiro o anima a continuar, ele logo recomeça a andar.
            Ele então começa a ver uma cidade e mais precisamente ele vê de onde vem aquele cheiro delicioso de comida que o deixou salivando e imaginando todas as coisas gostosas que estavam em sua cabeça, ele vê uma taverna.
Andando até mais perto da cidade ele começa a ouvir o barulho e as vocês dos moradores da cidade algumas mais fortes e grossas outras mais finas algumas baixas e temerosas ele então chega na taverna.
Adentrando a ele é abordado por um homem de avental que lhe diz:
- Ora! Bem-vindo, bem-vindo meu caro a taverna punho do ferreiro! Eu sou o proprietário e sou o ex ferreiro dessa cidade – diz ele alegre e rindo. – Aqui temos boa bebida e farta comida, mas que indelicadeza a minha, a um menestrel aqui. Então por favor sente-se ele já vai começar e se quiser, e tiver umas moedas, posso lhe trazer a comida e bebida.
Ele escolhe uma mesa e senta-se, pede comida e um pouco de cerveja, quando está terminando de comer começa a ouvir um som baixo e percebe que estão todos quietos e olhando para o palco.
La ele vê o menestrel arrumando se em seu banco e afinando seu instrumento. O menestrel olha em volta e com uma doce voz fala:
- Aproximem-se jovens vou lhes contar várias histórias hoje. Sobre reis e príncipes, sobre princesas salvas de terríveis dragões, sobre ladrões e seus belos tesouros roubados, sobre guerras e momentos de paz, e como podem ver não sou bom em rimas – todos riem – mas sou bom com imitações e com sons – ele então toca lindas melodias – e também sou bom em efeitos sonoros – ele então toca em seu violão fazendo o barulho de chuva. – Também imito pássaros – ele assobia feito papagaios e águias.
Todos se chocam com ele e se maravilham com o dom dele ele então levanta a voz e a engrossa um pouco e fala imitando um rei:
- Bom então vamos começar as histórias, histórias que o farão viajar por terras longínquas e cheias de fantasia e mistérios

Viajantes da memoria



            Destroços caiam por toda a volta de Guilherme. O avião que ele estivera a meia hora atrás avia explodido ele não lembrava o porquê disso só lembrava que estava com seus amigos no avião quando de repente algo explodiu bem ao seu lado.
            Ele tentou se lembrar do que aconteceu, mas sua cabeça doía só de tentar.
            -Aa! Merda! Socorro alguém me ajude!
            Uma voz feminina lhe responde.
            - Estamos aqui Gui!
            Era a amiga de Guilherme, Morgana. Ele seguiu a voz dela e a encontrou a garota logo desata a falar:
            - O Léo está machucado e o Ramon está desacordado, mas eu e a Lu estamos bem. Ah! Eu achei que íamos morrer... achei que você estava morto meu Deus o que ouve? Eu não consigo lembrar! – Diz ela chorando e desesperada.
            Gui que era um médico fala:
            - Calma Morgana a gente tem que tirar o Léo daqui e leva ele em um médico... eu não posso fazer muita coisa aqui. Mas vou dar os primeiros socorros para ele você tenta acorda o Ramon a gente vai precisa dele para sair daqui ele conhece melhor as matas.
            Ramon era um aventureiro adorava trilhas e escaladas por isso era o único que poderia tirar todos em segurança de lá a menina começa a sacudir ele e lhe dá alguns tapas no rosto como ele não acorda ela olha em volta e vê uma garrafa de agua e vira a mesma no rosto dele enquanto grita seu nome.
            Ramon acorda assustado e berra:
            -Aah!!! O que é isso onde eu tó!
            A garota se joga nos braços dele chorando
            - Ramon seu idiota achei que não fosse acorda eu tó com tanto medo!
            Ele olha para os lados meio sem entender e percebe que está nos destroços do avião e lembra parcialmente o que ouve e abraça Morgana e a acalma. E pergunta baixinho:
            - Como estão os outros?
            Ainda meio chorosa ela responde – Nenhum dos nossos amigos morreu, mas o Léo está bem mal, o Gui está cuidando dele mas disse que a gente tem que levar ele no médico...
            Ramon entendendo a situação se levanta e levanta sua amiga e vai até Guilherme enquanto Morgana vai e abraça Luciana.
            Quando Ramon e Guilherme terminam de cuidar de Leonardo eles fazem uma maca e começam a sair do local do acidente depois de andar quase o dia todo eles encontram uma trilha depois de descansar no outro dia descobrem uma estrada.
            Eles continuaram andando até que ouvem um barulho de carro Ramon começa a fazer sinal para ele parar. O caro para e sai um policial.
            -Quem são vocês? E o que estão fazendo aqui?
            Ramon responde:
            - Meu amigo precisa de um médico a gente acabo de sofrer um acidente de avião... estava tudo bem na viagem, mas de repente...- do nada o garoto sente uma grande dor de cabeça e cai de joelhos.
            O policial então diz
            - A sim claro. Entrem todos vocês. Todos precisam de um médico.
            Eles entram e vão até o hospital.
            Chegando no hospital o Leonardo é logo atendido e os outros são logo tratados. Leonardo depois da cirurgia para retirar os estilhaços do corpo é obrigado a ficar no hospital por mais alguns dias todos resolvem ficar com ele e tentam lembrar do que aconteceu. Mas todos têm uma forte dor de cabeça.
            Alguns dias depois o policial volta e pergunta
            - Agora que todos estão bem podem me conta o que ouve?

Guerra



O padre João estava rezando a missa quando de repente um homem chega na praça ele sente um cheiro de podridão, cheiro de enxofre vindo do homem ele soube imediatamente o que ele era.
Com uma voz grossa e distorcida o homem fala:
- Olá padre. Você tem muita coragem para rezar uma missa ao ar livre em plena sexta feira 13.
O padre com muita calma responde:
- Deus está comigo criatura das trevas está noite este é um lugar Santo. Ponha-se daqui para fora.
O homem solta uma risada demoníaca e responde
- Você não pode mandar em mim padre seu deus lhe abandonou – o homem ri de novo - venha está na hora de pagar pela sua estupidez.
O homem então se desfigura e um lobo cheio de pelos negros com longas garras negras e ataca o padre, mas um pouco antes de atingir o padre uma luz desse dos céus e um homem de armadura saca uma espada e para o golpe do demônio.
- Já chega criatura vá embora antes que eu lhe mande para o vazio do esquecimento onde é seu lugar. – Diz ele com uma voz metálica e grosa.
- O que está fazendo aqui anjo? Este não é um solo sagrado você não tem poder aqui... E eu tenho direito a levar a alma deste homem você sabe muito bem disso. – Diz o demônio se afastando.
            - Onde a pessoas rezando e homens de deus pregando sua palavra se transforma em um lugar sagrado besta maldita, saia logo daqui este é o último aviso.
            Para demonstrar isso a espada do anjo começa a brilhar.
            - Muito bem anjo vamos lutar e se eu ganhar a alma deste homem e de todos deste lugar serão minhas e do meu mestre.
            Eles então se engajam em uma luta sangrenta a demônio arrancar pedaços do anjo e de suas assas o anjo revida decepando a perna do demônio e o cortando em todo o corpo.
            - Anjo maldito isso acaba agora.
            E com isso o demônio pula na garganta do anjo e quase o mata, mas no último minuto o anjo gira sua espada e decapita o demônio com um só golpe.
            Antes de o demônio se desintegrar o anjo fala:
            - Sei que seu mestre está ouvindo isso então saiba que as regras do jogo mudarão, a trombeta ira soar e a guerra para decidir quem vai governar este mundo irá começar. E nos anjos iremos ganhar.
            Assim que termina de falar o anjo enfia a espada no crâneo do demônio e ele desaparece para sempre. Ele então olha para aquele humano paralisado de medo e fala.
            - Acabou padre, mas agora você também deve espalhar está mensagem junte seu rebanho e reze para dar forças para nos pois os adoradores do mal também faram o mesmo.
            O anjo então desaparece numa luz brilhante deixando o padre la tremendo e sabendo de sua nova missão.

Um demônio na taverna



Então a porta da taverna se abre... e um homem com um manto negro entra e junto com ele um ar muito frio este home olha para todos dentro da taverna se senta um lugar escuro e pede um pouco de comida para o taverneiro com uma voz muito grossa e distorcida.
O taverneiro desconfiado com o estranho fala.
- Quem és tu estranho? Nunca lhe vi por essas bandas! Parece-me muito suspeito com essa capa cobrindo-lhe o rosto ande diga logo quem é ou lhe expulso da minha taverna!
O homem levanta os olhos para o taverneiro e seus olhos erram vermelhos como o fogo ele dá uma risada rouca e diz:
- Eu sou um dos servos da escuridão... meu rei é o primeiro e único anjo caído, o rei do inferno o que controla legiões de espíritos malignos, e legiões de demônios... eu sou servo de Lúcifer! ou como vocês ignorantes o chamam. Diabo!
Ele dá outra rizada dessa vez mais alto as velas se apagam com a rizada os copos trincam e tudo parece mais gelado.
- E eu levo uma mensagem dele para todos vocês e ela diz.
É inverno no inferno e nevam brasas... escondam-se todos por suas almas... pois o anjo negro agora voa com novas asas! Asas negras que encobrem o mundo numa grande escuridão! E só as pessoas de luz e de grande poder espiritual sobreviverão a esta escuridão maldita! E não será por muito tempo. Quem quiser se juntar a minha legião vá até uma encruzilhada e chame um de meus servos. Aqueles que lutarem por mim serão salvos e irão ter uma grande recompensa.
Depois de proferir essas palavras a besta em forma de homem olha pra cada um e fala:
- Então. Algum de vocês estão preparado para servir? Aos que não estão Boa sorte! Pois essa pode ser sua última noite no mundo dos vivos...
- O que farão com o tempo que lhes resta? O tempo é escasso, o portal do inferno esta prestes a abrir e o anjo negro não espera, não tem compaixão, não tem piedade...
Dê repente a taverna começa a tremer os homens se assustam o demônio olha para o norte e sorri e diz:
-Você sentiu isso taverneiro...  Esse frio na espinha, esta tremedeira, esse sentimento ruim? Este é o sinal que os portais do inferno estão quase abertos o fumaça negra já esta se espalhando pelo mundo, e todo o mal que vocês mortais temem a séculos logo caminhara sobre a terra!
Mais um frio na espinha percorre todo o demonio ri ainda mais alto.
-aa meu mestre já esta souto suas legiões já devem estar prontas. O anjo negro já começou a matar e levar as almas para o eterno sofrimento, e assim transformar todos em zumbis e vampiros, e trazendo com ele hordas de demônios e espíritos assassinos estão saindo pelos portais do inferno...
Ele se levanta e susura no ouvido do taverneiro
- boa sorte é assim que começa a guerra entre os de grande poder espiritual e os mortos vivos são os que venceram essa sangrenta disputa.
Ele então levanta a voz para todos o ouvirem porem não beramdo mas como se susurase para todos.
-Os que se esconderem serão casados.
E ele sai do mesmo jeito que entrou. Como um fantasma!

 E você se fosse um dos sobreviventes o que faria em? Eles podem sentir o cheiro do seu sangue, não olhe para trás agora, tem um bem atrás de você... Boa sorte!

huhumhum bons pesadelos!

Caçador

Guilherme estava sentado perto de uma grande lagoa, atrás dele e envolta da lagoa avia uma grande floresta fora de onde ele vira pois além...