segunda-feira, 8 de abril de 2019

Meia noite: A história de um vampiro.


antes de começar a ler um pequeno aviso: esta historia é baseada no livro "Os Sete" do autor André Vianco inclusive lhes recomendo que leiam todos os livros dele são ótimos.

Prologo:

“Quando a noite cai e as trevas tomam a terra e os homens se escondem em suas casas, nós reinamos”. 
Eu acabara de nascer para a vida noturna quando ouvi essa frase do meu criador. Seu nome erra João, um vampiro alto e musculoso, na época ele vestia uma camiseta preta uma calça jeans de mesma cor e uma bota tipo aquelas dos policiais e por cima disto ele usava um sobretudo preto fino e longo até quase a cobrir seus pés.
Esqueci de dizer meu nome, me chamo Lucas de Sousa, eu estava vestido como meu mestre, mas com uma pequena diferença eu trazia preso nas costas uma katana de prata, que eu encomendara alguns dias antes
Quando fui buscá-la descobri que meu mestre, sem falar comigo antes, mandara escrever nela as mesmas palavras que ele me disse quando nasci para aquela vida amaldiçoada.
Mas essa história começa antes deste acontecimento quando eu ainda era um humano normal e não conhecia o vampiro que amaldiçoou minha vida seu nome é João de Gracie.

Primeira parte:

Eu era um historiador e estava passando umas férias em São Paulo e um dia passou na televisão que tinham demolido uma igreja e nos destroços aviam encontrado uma caixa de prata com símbolos religiosos de várias culturas antigas e a frase “Aqui jaz um demônio antigo que se for acordado trará o fim do mundo” escrita em várias linguagens.
A caixa foi levada para um museu e vários historiadores foram chamados para estuda-la, e eu era um deles, nós descobrimos que ela foi feita na época do feudalismo na Europa e posteriormente trazida ao Brasil.
Então resolvemos abrir a caixa (pensando agora esse foi nosso maior erro), eu era um dos que mais queriam abrir a caixa, primeiro serramos as trancas, então empurramos a tampa da caixa. E foi aí que descobrimos que na verdade ela era um caixão, dentro dela estava um corpo todo contorcido que tinha caninos enormes.
Quando vi o corpo tomei um susto tão grande que sem querer me cortei em umas das serras, o corte apesar de ser superficial sangrava muito. O sangue acabou no caixão e na boca do morto. Eu não sabia, mas com aquele acontecimento eu tinha mudado minha vida para sempre!
Quando voltamos no dia seguinte, o morto não paresia assim tão morto, ele parecia menos enrugado, a cor da pele avia mudado também e o estado de decomposição paresia ter diminuído, nós nos perguntávamos se não era só nossa imaginação brincando com agente, devido a isso resolvemos continuar, e esse foi nosso segundo erro.
A cada dia ele ia ficando cada vez menos decomposto, e a temperatura parecia estar diminuindo dentro da sala. No começo nós achávamos que ele estava enchendo por causa de gases que estavam preços dentro do corpo e que se expandiram quando abrimos a caixa.
Mas no 20º dia ele paresia ter morrido 24 horas atrás, ou melhor, de algum jeito o corpo estava se regenerando e a temperatura dentro da sala estava abaixo de zero. O que era uma loucura!
Nós fizemos vários testes, alguns especialistas foram chamados para nos ajudar a estudar o corpo, alguns achavam que erra alguma bactéria ou um fugo estranho que estava reconstruindo o corpo e que fazia isso roubando calor do lado de fora outros pensavam que era um dna estranho que fazia isso e alguns poucos diziam ser magia.
Por isso achamos melhor isolar o local e só os cientistas que estavam na abertura do caixão seriam admitidos dentro da sala, depois de vários dias não achamos nada conclusivo e o corpo, por mais improvável e incrível que pareça, estava totalmente regenerado.
Então uma noite o alarme de presença no laboratório do museu soou, achei que alguém poderia estar querendo roubar o corpo então fui correndo ao laboratório.
Chegando ao local descobri que o cadáver sumira.
- Droga quem foi o maldito que roubou o corpo.
Sai correndo para o pátio pois ouvi um barulho vindo de lá, parecia vidro quebrando, chegando lá para minha surpresa e desespero, o morto estava andando no meio do pátio e a sua volta a grama parecia estar congelada.
- Mais que merda é essa... – eu sussurrei
Ele virou para mim como se fosse um animal cheio de fome. Ele sorriu e desapareceu no meio da nevoa como um fantasma.
Fiquei ali travado feito uma estátua durante uns 30 minutos. Quando consegui me mover fui para dentro do laboratório, achando que estava loco ou não tinha dormindo direito... e para meu desespero ele avia mesmo sumido.
Então eu chamei a polícia, eles investigarão tudo mais não acharam nada, o gelo? Avia derretido, digitais? Nada foi encontrado, pegadas? Nada, eles me chamarão de loco quando contei a história e foram embora, eu mesmo achei que estava enlouquecendo, não era possível que aquilo tivesse acontecido, eu continuava aterrorizado, pois algo dentro de mim dizia que o “cadáver” iria vir atrás de mim.
Eu continuei investigando, procurando em notícias sobre um homem nu andando por aí, e olhando nos livros de história que eu já havia lido e que sabia de cor o que estava escrito e como esperado não achei nada.

continua... 

se querem a continuação deste por favor comentem... e tenho dois textos motivacionais quero saber se querem que eu poste ou não. obrigado a quem leu ate aqui e espero que tenham gostado.

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