terça-feira, 23 de abril de 2019

Caçador


Guilherme estava sentado perto de uma grande lagoa, atrás dele e envolta da lagoa avia uma grande floresta fora de onde ele vira pois além da floresta a via uma pequena vila que estava sendo destruída por um monstro, os moradores da vila botaram uma recompensa pela cabeça daquele ser.
Para caçar o tal monstro ele estava vestindo uma capa com manchas de verde para lhe camuflar, pois não queria que sua presa o visse ele queria fazer um ataque surpresa.
            Ele estava tão quieto que podia ouvir o som das pequenas ondas tranquilas que se formavam do encontro da água com a terra, podia sentir o sol em sua pele por baixo da roupa e a areia em baixo de seu sapato. O vento no seu roto, em seus ouvidos e leve mente na sua capa.
            Guilherme leu na recompensa que procurava um ser que parecia um peixe, mas ao invés de olhar para a água ele olhava para o céu em busca do monstro pois sabia que aquele ser nadava nos céus, então de trás de um moro ele vê um monstro aparecendo sua cabeça parecia a de um peixe espada, seu corpo parecia de uma baleia as barbatanas eram as assas daquele monstro e o rabo de peixe o agudava na direção.
            Divagar ele pega seu arco nas costas no chão ao seu lado pega uma flecha coloca na corda e espera até o último segundo, quando o monstro está próximo o suficiente ele se levanta rapidamente com o que sentia do vento e olhando as arvores ele calcula o vento e mira a flecha.
Com toda a força das costas e dos braços ele puxa o arco até o canto de sua boca, respira muito fundo tranca a respiração e solta a flecha, ela vai subindo, subindo até que ultrapassa o monstro então cai direto no olho do monstro que ura de dor e desse em direção ao humano lá parado.
Guilherme pega outra flecha rapidamente põe ela na corda e puxa ele então assobia bem alto e da floresta saem vários cavaleiros com lanças, antes que o bicho pudesse mudar de direção ele sota a flecha e atinge o outro olho do monstro, Guilherme então se abaixa e manda os homens lançarem as lanças enquanto ele prepara e acende um projétil especial que ele avia criado para essa situação.
Rapidamente se vira para o monstro, põe a flecha no arco puxa e calculando o tempo para a flecha atingir a alvo ele calcula o vento, o movimento do monstro e a força com que seu arco solta a flecha, então quando sente que está pronto ele acalma seu coração respirando bem devagar, então respirando bem fundo ele prende sua respiração mira e rapidamente solta o projeto ele atinge o alvo e depois de cinco segundos de apreensão ele explode. E o monstro cai na água formando uma onda que quase atinge o caçador.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Meia noite: A historia de um vampiro


Leia a parte: um

Parte dois:

João acordou com muita fome então nem olhou onde estava, só saiu correndo para fora tentando sentir o cheiro de alguma presa, quando chegou em um pátio do lado de fora descobre que não está mais em seu tempo, ele ficou um tempo parado sentindo o cheiros desse novo tempo este que ouve um sussurro, ele olha para traz com uma fome assassina, mas sente o cheiro do humano e sente que foi o sangue dele que o trouce de volta, João então resolve deixa-lo vivo como gratidão e sorri para o humano,  mas ele estava faminto então resolve sair para caçar.
 João não queria chamar atenção para si pois sabia que quando os humanos descobrem alguém da raça dele eles o caçam até a morte, então resolve se alimentar de algum animal, esse não era seu “prato” preferido, porem iria o manter por tempo suficiente para aprender sobre o tempo em que estava e poder formular um plano para se alimentar de sua preza favorita e transformar o humano que lhe acordara.
Então depois de se alimentar, João vai até um rio se limpar e percebe que está nu. E pensa – vou chamar muita atenção assim. – Olhando em volta ele vê uma casa isolada, ele dá um sorriso sinistro e resolve ir até lá, chegando na casa ele vê um jovem que parece ser um fazendeiro sentado na varanda.
- Olá senhor, por que está assim sem nada? - Diz o jovem rindo
João não entende o que o rapaz diz então apenas sorri e faz uma cara de que não compreende.
O rapaz fala de novo devagar
- Precisa de umas roupas moço?
João percebe que aquela língua parece com a de um dos povos que vivam no lugar de onde morava e se lembra de algumas palavras.
- Ei o senhor é surdo?
João então compreende o que o jovem queria dizer e apenas balança a cabeça negando
- Mas pelo visto é mudo..., mas e então? Precisa de roupas?
Ele apenas balança a cabeça confirmando.
O rapaz achando que o homem devia ser alguém que mora na rua e que não pode falar vai para dentro de cassa e traz algumas roupas e entrega ao homem.
- Fiquei com pena de você pode ficar no celeiro, mas amanhã de manhã terá que ir em bora. O senhor deve estar com fome por favor entre vou lhe dar um pouco de comida. - O jovem vai entrando mas vendo que o homem não se meche vira para ele e diz –vamos logo entre... - O homem continua parado – Entre logo você vai acabar ficando doente.
O homem dá um sorriso tímido e entra na cassa. Assim que o jovem entra João prende o num abraso de urso, o jovem sente o frio entrando em seu corpo como se emanasse do corpo do homem, João o morde no pescoço e suga seu sangue se sentindo vivo de novo.
Depois de ver que o rapaz morava sozinho ele encontra alguns livros na estante inclusive uma bíblia. Ele sorri para aquilo e agarra para destruir o tal livro porem quando o abre vê que não entende o que estava escrito, ele decide estudar a linguagem usando aquele livro, mas sentindo de aquilo seria muito pouco ele olha para o jovem e resolve o transformar para que ele o ensinasse, para isso ele abre um corte em sua mão e derrama seu sangue na boca do rapaz que ainda respirava apesar de estar quase morto.
Enquanto o jovem se transforma, o que ele sabia que iria demorar alguns dias, ele estuda aquele livro maldito pois já sabia o que estava escrito nele. Quando o jovem acorda João o faz entender que ele era o seu mestre agora e faz o jovem falar seu nome, ele então diz que seu nome é Jeferson.
Jeferson o ensina a falar a língua daquele povo, diz que ele estava no Brasil em 2018, mas fala que ele não pode o ensinar mais do que isso pois era um homem humilde João então resolve então pesquisar mais sobre esse novo tempo e tentar descobrir em que tempo está e como chegara àquela terra estranha. E por que eles tinham uma fala tão parecida com a que ele conhecia.
Jeferson então o fala que uma conhecida dele era professora e ele iria traze-la para seu mestre a moça, depois de algumas horas ele volta trazendo uma moca desacordada João o instrui a amarar as mãos da moça e deixar ela deitada no sofá, quando a moca acorda João fala com um sotaque de um francês e meio travado.
- Olá qual é o seu nome?
A moça começa a berrar ele então logo tapa sua boca e mostrando os caninos fala bem baixo, mas incrivelmente ameaçador:
- Fique quieta ou eu a matarei de uma forma que quando encontrarem seu corpo não a reconhecerão entendeu?
A moça fica petrificado e ele repete olhando bem dentro dos olhos da moça e ela ve um fogo azul no olho dele:
- Entendeu?
Ela balança a cabeça dizendo que entendeu ele então dá um sorriso amigável e solta a boca da moça e fala como se nada tivesse acontecido.
- Ótimo. Qual é seu nome, minha querida?
- Meu nome é Rosa – fala ela tímida e meio desesperada
- Não precisa ficar assustada linda Rosa
E realmente quando ele parou para olhar para Rosa ela era realmente muito bonita tinha cabelos pretos, olhos castanhos, uma boca bem rosada, o que lhe deu um certo desejo, seios fartos e uma barriga nem muito gorda nem muito fina que era mostrada pela camisa justa que a moça usava, ela vestia também com uma calça jeans que lhe servia perfeitamente e mostrava as curvas de sua perna.
- Não a farei mal algum... se você me ensinar a falar esta língua difícil e me ensinar sobre este lugar estranho em que vim parar.
Rosa engole em seco e pergunta.
- E... o que fara comigo quando eu lhe ensinar essas coisas?
Ele sorri e fala calmamente como se não fosse nada demais.
- Eu lhe transformarei em minha esposa para todo o sempre!
A moca fica travada pensando mil coisas sem saber como responder aquilo e sem saber como escapar.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Meia noite: A história de um vampiro.


antes de começar a ler um pequeno aviso: esta historia é baseada no livro "Os Sete" do autor André Vianco inclusive lhes recomendo que leiam todos os livros dele são ótimos.

Prologo:

“Quando a noite cai e as trevas tomam a terra e os homens se escondem em suas casas, nós reinamos”. 
Eu acabara de nascer para a vida noturna quando ouvi essa frase do meu criador. Seu nome erra João, um vampiro alto e musculoso, na época ele vestia uma camiseta preta uma calça jeans de mesma cor e uma bota tipo aquelas dos policiais e por cima disto ele usava um sobretudo preto fino e longo até quase a cobrir seus pés.
Esqueci de dizer meu nome, me chamo Lucas de Sousa, eu estava vestido como meu mestre, mas com uma pequena diferença eu trazia preso nas costas uma katana de prata, que eu encomendara alguns dias antes
Quando fui buscá-la descobri que meu mestre, sem falar comigo antes, mandara escrever nela as mesmas palavras que ele me disse quando nasci para aquela vida amaldiçoada.
Mas essa história começa antes deste acontecimento quando eu ainda era um humano normal e não conhecia o vampiro que amaldiçoou minha vida seu nome é João de Gracie.

Primeira parte:

Eu era um historiador e estava passando umas férias em São Paulo e um dia passou na televisão que tinham demolido uma igreja e nos destroços aviam encontrado uma caixa de prata com símbolos religiosos de várias culturas antigas e a frase “Aqui jaz um demônio antigo que se for acordado trará o fim do mundo” escrita em várias linguagens.
A caixa foi levada para um museu e vários historiadores foram chamados para estuda-la, e eu era um deles, nós descobrimos que ela foi feita na época do feudalismo na Europa e posteriormente trazida ao Brasil.
Então resolvemos abrir a caixa (pensando agora esse foi nosso maior erro), eu era um dos que mais queriam abrir a caixa, primeiro serramos as trancas, então empurramos a tampa da caixa. E foi aí que descobrimos que na verdade ela era um caixão, dentro dela estava um corpo todo contorcido que tinha caninos enormes.
Quando vi o corpo tomei um susto tão grande que sem querer me cortei em umas das serras, o corte apesar de ser superficial sangrava muito. O sangue acabou no caixão e na boca do morto. Eu não sabia, mas com aquele acontecimento eu tinha mudado minha vida para sempre!
Quando voltamos no dia seguinte, o morto não paresia assim tão morto, ele parecia menos enrugado, a cor da pele avia mudado também e o estado de decomposição paresia ter diminuído, nós nos perguntávamos se não era só nossa imaginação brincando com agente, devido a isso resolvemos continuar, e esse foi nosso segundo erro.
A cada dia ele ia ficando cada vez menos decomposto, e a temperatura parecia estar diminuindo dentro da sala. No começo nós achávamos que ele estava enchendo por causa de gases que estavam preços dentro do corpo e que se expandiram quando abrimos a caixa.
Mas no 20º dia ele paresia ter morrido 24 horas atrás, ou melhor, de algum jeito o corpo estava se regenerando e a temperatura dentro da sala estava abaixo de zero. O que era uma loucura!
Nós fizemos vários testes, alguns especialistas foram chamados para nos ajudar a estudar o corpo, alguns achavam que erra alguma bactéria ou um fugo estranho que estava reconstruindo o corpo e que fazia isso roubando calor do lado de fora outros pensavam que era um dna estranho que fazia isso e alguns poucos diziam ser magia.
Por isso achamos melhor isolar o local e só os cientistas que estavam na abertura do caixão seriam admitidos dentro da sala, depois de vários dias não achamos nada conclusivo e o corpo, por mais improvável e incrível que pareça, estava totalmente regenerado.
Então uma noite o alarme de presença no laboratório do museu soou, achei que alguém poderia estar querendo roubar o corpo então fui correndo ao laboratório.
Chegando ao local descobri que o cadáver sumira.
- Droga quem foi o maldito que roubou o corpo.
Sai correndo para o pátio pois ouvi um barulho vindo de lá, parecia vidro quebrando, chegando lá para minha surpresa e desespero, o morto estava andando no meio do pátio e a sua volta a grama parecia estar congelada.
- Mais que merda é essa... – eu sussurrei
Ele virou para mim como se fosse um animal cheio de fome. Ele sorriu e desapareceu no meio da nevoa como um fantasma.
Fiquei ali travado feito uma estátua durante uns 30 minutos. Quando consegui me mover fui para dentro do laboratório, achando que estava loco ou não tinha dormindo direito... e para meu desespero ele avia mesmo sumido.
Então eu chamei a polícia, eles investigarão tudo mais não acharam nada, o gelo? Avia derretido, digitais? Nada foi encontrado, pegadas? Nada, eles me chamarão de loco quando contei a história e foram embora, eu mesmo achei que estava enlouquecendo, não era possível que aquilo tivesse acontecido, eu continuava aterrorizado, pois algo dentro de mim dizia que o “cadáver” iria vir atrás de mim.
Eu continuei investigando, procurando em notícias sobre um homem nu andando por aí, e olhando nos livros de história que eu já havia lido e que sabia de cor o que estava escrito e como esperado não achei nada.

continua... 

se querem a continuação deste por favor comentem... e tenho dois textos motivacionais quero saber se querem que eu poste ou não. obrigado a quem leu ate aqui e espero que tenham gostado.

Caçador

Guilherme estava sentado perto de uma grande lagoa, atrás dele e envolta da lagoa avia uma grande floresta fora de onde ele vira pois além...